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| o drive in e, de costas, a j. |
gosto destes fins de semana, e gosto mais ainda de ver que há sítios onde as fábricas que fecham preservam memórias e histórias, fazem parte da vida das pessoas mesmo sem ser em forma de fábrica, são, acima de tudo, espaços que não morrem, e transformam-se em sítios onde apetece estar. continuam a abrir portões para deixarem entrar as pessoas, todas as pessoas que quiserem(!) e que ali podem ver, sentir, respirar arte! desculpem lá os lugares comuns deste meu texto, mas... acho que já não deve haver muita forma original de descrever aquilo em que o município de s. joão da madeira transformou a oliva.


















Gostei tanto... desta tarde de sábado (a repetir) e do teu texto ;)
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