terça-feira, 21 de janeiro de 2014

a oliva e o traço descontínuo



















o drive in e, de costas, a j.
foi um dos sábados mais bem passados dos últimos tempos: conhecer uma pessoa cujo encontro andava a ser adiado já há algum tempo; visitar o núcleo de arte da oliva e, ao mesmo tempo e (tcharéeeemmmmm) como cereja no topo do dito cujo, vaguear por entre (parte d') a coleção de arte do empresário José Lima e Norlinda a quem chamaram de "Traço Descontínuo" e, ainda por cima, guiada pelo curador da exposição, Miguel Amado.
gosto destes fins de semana, e gosto mais ainda de ver que há sítios onde as fábricas que fecham preservam memórias e histórias, fazem parte da vida das pessoas mesmo sem ser em forma de fábrica, são, acima de tudo, espaços que não morrem, e transformam-se em sítios onde apetece estar. continuam a abrir portões para deixarem entrar as pessoas, todas as pessoas que quiserem(!) e que ali podem ver, sentir, respirar arte! desculpem lá os lugares comuns deste meu texto, mas... acho que já não deve haver muita forma original de descrever aquilo em que o município de s. joão da madeira transformou a oliva.

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