quarta-feira, 30 de outubro de 2013

actually love

e é isto. acho que nunca tinha lido aquilo que eu e-x-a-t-a-m-e-n-t-e penso desta cena romântica, lamechas e fofinha como aqui. peço desculpa aos senhores do blog e desta farmácia onde vou várias e repetidas vezes, mas...eu tenho um problema, admito, e que pode não ser fácil para quem comigo convive diária e televisivamente. sempre que chega o natal, ou melhor, o frio vá, e as tardes e noites se tornam mais longas é ver-me de comando em riste, à procura do filme em canais como o hollywood ou do género. já cheguei a apanha-lo no MTC.
no fundo, lá no íntimo, no subconsciente, eu sei que é tudo por causa desta passagem. não sei se pela música, se pelo ar que apetece apertar do desgraçado que foi apanhado na armadilha do amor, olhem, se pela história toda... eu sei que o filme é, no fundo, todo ele um cliché, mas esta cena, ai esta cena tira-me do sério. pronto, já disse. é uma espécie de obsessão. 

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