um tempo de festa. de velas e flores vermelhas, de lareira acesa, de um copo de vinho num sofá emprestado. de violas desafinadas e a serem afinadas, ao som de uma boa conversa. tempo de passeios ao frio, aquecidos pelas mãos que se dão e não se largam. tempo de conhecer recantos novos, e de revisitar os recantos que se conhecem de há anos e que são cenário das nossas histórias de afetos.
um tempo que fez com que este tempo de reiniciar fosse melhor.
pontos de vista que nos ficam na cabeça e no coração. e, por mero acaso, que ficam também, no arquivo de imagens do telemóvel (que jeito que dá este tempo que é também de memórias conservadas por força de um botão).
tempos. que ficam aqui para partilhar com quem vier.
por bem.

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